Documentação Técnica

Documentação Técnica
* Engenharia de Dragagem, Sinalização Náutica, Batimetria, Projetos de Canais Navegáveis, Meio Ambiente, Cartas Náuticas, Software de Navegação, Topografia Básica e outros assuntos técnicos.

* Os leitores poderão ter acesso e fazer download do material na parte inferior desta página.

sábado, 30 de abril de 2011

CONTRA OS GARGALOS, MAIS ENGENHARIA


A recente manifestação de Jorge Gerdau Johannpeter feita no chamado Conselhão, acerca da necessidade de mais engenheiros e menos advogados, deve calar fundo nas lideranças políticas do Estado e do País. Sem dúvida a afirmativa aponta para a necessidade de mudança de rumos da educação e da formação profissional no Brasil, sem o que não conseguiremos dar seqüência de forma sustentável a estabilidade econômica alcançada nos últimos anos.

Mais do que uma simples e às vezes utópica expectativa de consciência do meio político, existe hoje a necessidade de união total das áreas de engenharia/tecnologia apontando os rumos para enfrentar o desafio de oferecer a resposta que a Sociedade Brasileira está demandando: superar os gargalos da nossa infra-estrutura e produzir em padrões mundiais com competitividade e preservação ambiental.

No binômio infra-estrutura e produção está resumida a principal carência ao desenvolvimento nacional, que desafia a todos a superar a defasagem que a economia brasileira enfrenta justamente agora ao maturar o processo de estabilidade, em que as potencialidades nacionais foram trazidas à cena.

No entanto, é tarefa primordial das entidades de engenharia, entre as quais o Sindicato dos Engenheiros no RS, se perfilarem e apontarem a necessária inversão de prioridades. Hoje é sabido que a máquina estatal valoriza mais quem fiscaliza e quem controla do que quem produz. Muitos já constataram isso, e o próprio ex-presidente Lula assim se manifestou não faz muito.

Está na hora de mostrar que o essencial é valorizar quem produz e gera riqueza, quem agrega valor à produção, quem aumenta a produtividade e a qualidade, quem reduz as perdas. Sem dúvida quem faz engenharia tem muito a ver com isso. Aliás, está na hora de melhor reconhecer e valorizar quem tem a "arte de fazer", essência da técnica como já ensinavam os gregos.

Contrariamente à civilização moderna que encontrou não se sabe por que, uma dualidade entre "arte” e "técnica”, os gregos designavam "tecnos" como a "arte de fazer". Assim, além de não sermos alienados, somos partícipes da solução, do saber como fazer, do fazer com conhecimento e arte.

Cada vez mais é necessário que as lideranças da engenharia estejam focadas no futuro e aproveitem o momento para cumprirem tarefas históricas que são da sua responsabilidade.

Na condição de Presidente do SENGE-RS, tarefa que assumi com muita honra e com a responsabilidade de dar continuidade a um dos mais bem sucedidos movimentos de profissionais de nível universitário do País, vejo a necessidade que as entidades de classe sejam porta-vozes de aspirações coletivas, ajudando a sociedade a se desenvolver.

José Luiz Azambuja
Presidente do SENGE-RS

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ANTAQ disponibiliza estatísticas da navegação interior em portal

Quarta-Feira, 27 de Abril de 2011.

O estudo traz diversas informações sobre 
o transporte de cargas em vias interiores

A ANTAQ disponibilizou, em seu portal, informações sobre as hidrovias e o transporte de cargas pelos rios do país. Para conhecer os dados, basta acessar www.antaq.gov.br. Na página principal, no menu à esquerda, clicar no link “Estatísticas” e, em seguida, “Estatísticas da navegação interior”.

O estudo traz diversas informações sobre o transporte de cargas em vias interiores e um raio-x sobre a frota mercante nacional do transporte hidroviário no ano passado. Além disso, o trabalho mostra um detalhamento das regiões hidrográficas do país. Estão entre elas: Amazônica, Atlântico Sul, Paraguai, Tocantins-Araguaia e Paraná.

O superintendente de Navegação Interior da ANTAQ, Alex Oliva, ressalta que pela primeira vez se fez um levantamento de estatísticas do transporte hidroviário. “Essas informações são importantes para o usuário, para o empresário e para o governo, que terá dados para fazer políticas públicas relacionadas à logística do país”, apontou o superintendente.

O levantamento traz, também, os termos de autorização emitidos pela ANTAQ, em 2010, para que empresas operem na navegação interior. Dados sobre a fiscalização da Agência também constam no estudo.

Movimentação

O estudo aponta que passaram mais de 95 milhões de toneladas pelas vias interiores brasileiras em 2010. A Região Hidrográfica da Amazônia foi a que mais se destacou, transportando cerca de 48 milhões de toneladas.

Em relação aos produtos transportados, a soja foi a mercadoria mais movimentada, com 4.108.574 toneladas. Em segundo, aparece o minério de ferro, com 3.836.522 toneladas.

Saiba mais

Número de embarcações que operam na navegação interior brasileira: 1549
Idade média dessas embarcações: 15 anos
Longitudinal (carga) é o transporte na navegação interior que tem mais embarcações: 1308, 84,4% do total.

Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários, ANTAQ, Notícias.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Navegação e Construção Naval

Polo naval de Rio Grande se consolida com encomendas

Atualmente estão sendo construídos nos estaleiros brasileiros embarcações que somam um total de 6,2 milhões de TPB e um quarto desse volume está sendo trabalhado no Rio Grande do Sul

Jefferson Klein

Investimentos na Metade Sul do Estado criam uma 
nova economia, voltada para atender às necessidades.
HANS VON MANTEUFFEL/DIVULGAÇÃO/JC

O Brasil, que chegou a ter um dos principais parques navais do mundo na década de 1970 viu esse setor ficar enfraquecido com o passar do tempo. Agora, motivado por uma série de programas e encomendas, realizados principalmente pela Petrobras, o segmento espera uma retomada e um grande crescimento para os próximos anos. De acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), apenas a demanda da estatal para os próximos dez anos prevê a construção de 40 plataformas e sistemas de produção de petróleo, 400 embarcações de apoio marítimo e 70 navios-petroleiros para fazer o transporte entre as plataformas e os terminais localizados na costa.

Ainda segundo o Sinaval, no final do ano passado eram 269 empreendimentos do setor encaminhados, que totalizavam 6,254 milhões de TPB (Tonelada de Porte Bruto – unidade que mede a capacidade de transporte de carga de uma embarcação). Esse número envolve navios-plataforma FPSO (complexo que produz e armazena petróleo), petroleiros, embarcações de apoio, entre outras estruturas similares desenvolvidas nos estaleiros nacionais. O Rio Grande do Sul, devido ao polo naval de Rio Grande, concentrava 1,12 milhão de TPB desse total, sendo superado apenas pelos estados de Pernambuco (3,072 milhões de TPB) e do Rio de Janeiro (1,571 milhão de TPB).

Em 2010, estimava-se que a indústria da construção naval brasileira gerava cerca de 56 mil empregos diretos. Se somados aos 28 mil postos de trabalho da área náutica de lazer, o total chegava a 84 mil empregos diretos. A evolução desse item na última década é expressiva, já que no ano de 2000 a área proporcionava 1,9 mil empregos diretos, sem levar em conta o segmento náutico de lazer. No ano passado estavam em construção no País 19 plataformas de produção de petróleo. Havia também 13 estaleiros em processo de implantação, expansão ou modernização em diversas regiões do País. No Rio Grande do Sul, os destaques quanto a novas iniciativas anunciadas foram o Estaleiros do Brasil (em São José do Norte) e o Estaleiro Wilson, Sons (em Rio Grande).


O presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, enfatiza que o setor da construção naval é de ciclo longo de planejamento e produção. As empresas do segmento produzem um bem de capital sob encomenda, navios ou plataformas de produção de petróleo. O dirigente salienta que em todos os países onde essa cadeia produtiva tem papel de destaque existe uma forte decisão política da sociedade para auxiliá-la. Rocha lembra que a presidente da República, Dilma Rousseff, quando ainda era candidata, em um evento de maio de 2010, em Rio Grande, disse que o setor naval tem que ter decisão sistemática de apoio, de incentivo e políticas fiscais e tributárias.

Conforme Rocha, a expectativa do Sinaval é de que a política industrial para a área prossiga. “Existe um mercado claramente definido de encomendas de navios e plataformas para os próximos dez anos”, reitera o dirigente. Ele acrescenta que, na última década, o segmento demonstrou sua capacidade de investir e promover renda e emprego em diversas regiões do País.

O presidente do Sinaval aponta que, em 2011, o setor da construção naval brasileira segue produzindo empreendimentos definidos em contratos assinados em anos anteriores. São esperadas novas contratações de plataformas, navios de apoio e petroleiros. Ele recorda que foi anunciada recentemente a decisão da Petrobras de encomendar o primeiro lote de sete navios-sonda ao Estaleiro Atlântico Sul. A estrutura fica situada no Complexo Industrial Portuário de Suape, no município de Ipojuca, em Pernambuco.

Fonte: Jornal do Comércio, 28/04/2011.JC Logística

Porto de Rio Grande obteve maior movimentação do primeiro trimestre na última década

Na comparação com igual período de 2010, o crescimento foi de 24,78%. Na última década, este é o melhor resultado obtido nos primeiros três meses do ano.

  O Porto do Rio Grande movimentou no 1.º trimestre de 2011 o equivalente 
a 6.321.611 toneladas, incluindo cargas, descargas e transbordos.

Terça-feira, 2011-04-26

O Porto do Rio Grande movimentou no primeiro trimestre de 2011 o equivalente a 6.321.611 toneladas, incluindo cargas, descargas e transbordos. Na comparação com igual período de 2010, o crescimento foi de 24,78%. Na última década, este é o melhor resultado obtido nos primeiros três meses do ano, sendo que a maior movimentação até então registrada compreendia ao ano de 2008, quando foram movimentados 5.804.080 toneladas.

De janeiro a março de 2011, destacaram-se as exportações de trigo que atingiram um volume de 1.281.487 toneladas, o que significou um aumento expressivo de 249,86% em relação ao mesmo período de 2010. No ano passado, o volume de trigo exportado foi de 366.281 toneladas. De acordo com o 7º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) em relação à safra 2010-2011, a produção de trigo no Estado do RS foi de 1.974.800 toneladas, sendo que 64,8% dos grãos foram exportados pelo Porto do Rio Grande.

Em segundo lugar entre as mercadorias exportadas, esteve o farelo de soja com 591.976 toneladas, obtendo um crescimento de 88,15% em relação ao mesmo período de 2010. Na ocasião, o volume exportado foi de 314.616 toneladas. Entre as maiores exportações, aparece também a soja em grão com 202.706 toneladas, sendo que em 2010 esse volume foi de 60.224 toneladas, o que representa um incremento de 236,59%.

Na movimentação do porto gaúcho por segmento, verificou-se uma queda de 8,29% nas operações com o segmento carga geral, já os segmentos granel sólidos e líquidos, apresentaram, respectivamente, crescimento de 51% e 17,49%.

Nesse primeiro trimestre, no segmento granel sólido, entre os principais volumes importados, esteve o trigo com 155.766 toneladas, apresentando um incremento de 55,78% comparado a 2010 (99.991 toneladas). O fosfato de cálcio natural obteve a segunda maior importação do segmento, com 118.248 toneladas, registrando um incremento de 100,84% em relação a 2010 (58.878 toneladas). A Uréia também apresentou um dos principais volumes de importações com 109.723 toneladas, 91,06% a mais que em 2010 (57.430 toneladas).

No segmento granel líquido, a mercadoria que apresentou o principal volume exportado foi o óleo de soja com 124.965 toneladas, com crescimento de 269,47% comparado ao mesmo período de 2010 (33.823 toneladas). Já o principal volume importado no segmento, foi o ácido sulfúrico com 76.026 toneladas, representando um incremento de 5,33%. Em 2010, o volume obtido foi de 72.177 toneladas.

No primeiro trimestre de 2011, os principais destinos das exportações do Brasil pelo Porto do Rio Grande foram países da Europa (21,91%), países da África (17,65%), países da Ásia (15,12%) e demais países (45,31%). Destes, os principais destinos das exportações foram Argélia (425.052 toneladas), Espanha (269.323 t), Egito (236.092 t), Holanda (199.924 t) e China (189.040 t).

O Superintendente do Porto do Rio Grande, Dirceu Lopes, avaliou que a movimentação apresentada está dentro do programado. “Com a consolidação das obras e validação do novo calado para o canal de acesso, estaremos ao final deste ano executando uma das melhores movimentações de cargas no porto do Rio Grande”, afirmou.

Fonte: Superintendência do Porto de Rio GrandeSUPRG/Notícias.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Hidrovias Interiores - RS: 50.000 VISITAS!

Instalações da ANTAQ no Rio suspendem atendimento

Atividades da navegação marítima estão provisoriamente suspensas

O atendimento da ANTAQ na área da navegação marítima está provisoriamente suspenso, em razão do incêndio ocorrido na última sexta-feira (22/04), que atingiu as instalações da Agência na capital fluminense.

O fogo começou em uma sala comercial no décimo andar do prédio da Rua Rodrigo Silva, localizado no centro, e se alastrou pelos andares superiores, atingindo a Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio – SNM e a Unidade Administrativa Regional da Agência no Rio de Janeiro.

No momento, a ANTAQ está tomando as providências necessárias para retomar o mais breve possível as suas atividades no setor. A partir desta terça-feira (26), a Agência disponibilizará para informações os telefones (61) 2029-6619/6620/6621 e o Fax (61) 2029-6618.

Competências

A Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio da ANTAQ tem como competência autorizar outorgas a empresas brasileiras de navegação, liberar o afretamento de embarcações estrangeiras e as cargas prescritas e coordenar a fiscalização das atividades desenvolvidas nas quatro áreas da navegação marítima: longo curso, cabotagem, apoio marítimo e apoio portuário. Também é sua atribuição cuidar dos acordos bilaterais sobre transportes marítimos. Atualmente, estão em andamento acordos bilaterais com 13 países.

Já a Unidade Administrativa Regional do Rio de Janeiro tem como principal competência fiscalizar os portos públicos (entre os quais Rio de Janeiro e Itaguaí), os terminais de uso privativo (TUPs) e as atividades das empresas de navegação marítima no Estado.

Fonte: Agência Nacional de Transportes Aquaviários, ANTAQ.

terça-feira, 26 de abril de 2011

TRAGÉDIAS AMBIENTAIS E CÓDIGO FLORESTAL

   Eng. Agrônomo José Luiz Azambuja

Duas manchetes no jornal ZH deste domingo, 24 de abril, que aparentemente nada têm a ver uma com a outra servem para reflexão sobre as repetidas vezes que temos convivido com tragédias que provocam dor, desespero e, via de regra, muitas entrevistas e poucas ações concretas para evitá-las. As manchetes são as seguintes: “Tragédias da enxurrada” e “Os embates finais que vão moldar o Código Florestal”.

A reflexão que gostaria de fazer é sobre o tratamento dispensado pelas autoridades de um modo geral, e também pela sociedade, à questão ambiental. Se é verdade que, por vezes os fenômenos naturais são incontroláveis e devastadores, como por exemplo o recente terremoto seguido de tsunami no Japão, também é verdade que na maioria das vezes a incúria humana é responsável pelas conseqüências de fenômenos naturais agravadas pela falta de planejamento, pela ambição, ganância, colocação dos direitos individuais acima do coletivo, e lucro a qualquer preço.

É sabido que os solos têm aptidões de acordo com cada tipo existente, com a sua topografia e com o tipo de clima onde ele se localiza. Há profissionais da área da engenharia e da geologia que conhecem bem o assunto. Sabem, através de estudos, o uso que cada tipo de solo poderá ter de modo a evitar problemas e tirar desta riqueza natural o máximo rendimento. Planejar o uso correto deve ser uma preocupação permanente do Estado, uma vez que o uso incorreto não traz prejuízos exclusivamente ao detentor da área. Os prejuízos pelo uso incorreto como se vê, muitas vezes resulta em danos e mortes de inocentes.

Assim, instituir Programas de preservação, manejo e uso sustentável deste recurso é garantir a vida. É aumentar a produtividade na produção de alimentos e, no caso das aglomerações urbanas é evitar que vidas humanas sejam destroçadas por ocuparem ilegal e irresponsavelmente áreas de risco. A irresponsabilidade no caso, não é só de quem ocupa, muitas vezes premido pela falta de opções, mas de quem permite a ocupação indevida, que devia fiscalizar e não o faz, que devia oferecer alternativas e não o faz.

O que isso tem a ver com o novo Código Florestal? Ora, para buscar “consensos”, está se assistindo uma “negociação” que despreza a técnica recomendável em áreas de margens de rios e de encostas, por exemplo, apregoando-se “x” números de metros a serem preservados utilizando como critério a não diminuição da “área produtiva”. Que direitos tem o agricultor, individualmente, seja ele pequeno, médio ou grande, de provocar assoreamentos nos rios que vão se transformar em enchentes como no caso de São Lourenço? Ou de abater a cobertura vegetal, as matas em encostas com declividades de 45º, que vão resultar em deslizamentos e mortes? Que direitos tem um loteador privado ou estatal de comercializar imóveis em áreas de risco? Porque o poder público não investe em Programas de Habitação Popular com Assistência Técnica utilizando a Lei 11.888 que garante a gratuidade dessa assistência?

É hora, senhor Governador e senhores Prefeitos, senhores legisladores, de encararmos a questão de frente. Que tal retomar algumas idéias e projetos como o Pró Guaíba e o RS Rural cuja base de planejamento, e de ações, são as bacias hidrográficas? Colocar em prática o funcionamento dos Comitês de Gerenciamento de bacias hidrográfica e aparelhar, contratando engenheiros e técnicos, equipando adequadamente instituições como a EMATER, a FEPAM, e a METROPLAN, por exemplo, para desenvolver os trabalhos junto às comunidades rurais e urbanas, com foco nas técnicas recomendáveis para o uso adequado e sustentável dos recursos naturais? Nas áreas urbanas, que tal resgatar o trabalho técnico de planejamento da ocupação do solo e estabelecer programas de habitação popular assistidos? 

Senhores legisladores, que vão votar mudanças no Código Florestal, que tal levarem em conta as recomendações técnicas nas definições sobre reflorestamento ciliar, APPs e Reservas Legais?

Se começarmos a implementar agora um conjunto de ações concretas, talvez, a médio e longo prazo, possamos comemorar manchetes que falem nas vidas preservadas pelos cuidados adequados com o meio ambiente, com aumento da produção e produtividade agrícola, com aumento de áreas de preservação ambiental com resgate de matas nativas, parques e locais onde a população em geral possa usufruir melhor qualidade de vida.

Eng. José Luiz Azambuja
Presidente do SENGE-RS

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Navios de apoio antártico descarregam material em Rio Grande

Foto Deyver Dias (Arquivo JA)

Os navios polar Almirante Maximiano e de apoio oceanográfico Ary Rongel atracaram, no meio da manhã de quinta-feira, 21, no cais do Porto Novo em Rio Grande, vindos da Antártica. As embarcações participaram da 29ª Operação Antártica (Operantar), que se encerra em agosto deste ano, quando ocorre o último voo de apoio a essa Operantar. No cais do Porto Novo, descarregaram material de acampamentos e de projetos de pesquisa de universidades do Sul do Brasil, como UFRGS, Unisinos e Furg. Também foram desembarcadas vestimentas apropriadas para o frio antártico usadas pela tripulação e pelos pesquisadores.

Todo o material e as roupas descarregados foram levados para a Estação de Apoio Antártico (Esantar), da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), localizada no Campus Carreiros. O material dos projetos de pesquisa posteriormente serão retirados da estação pelas universidades responsáveis. A Esantar garante um suporte técnico-científico-administrativo ao Proantar de forma permanente. Compete a ela a guarda, a conservação e a preparação de todo o vestuário do pessoal que vai à Antártica, fornecendo vestimentas e equipamentos especiais que irão possibilitar a locomoção humana no continente gelado.

Após servirem às expedições, os equipamentos que retornam da Antártica, tais como aparelhos de comunicação, veículos para locomoção na neve ou balsas de desembarque, são devidamente recondicionados, sob a supervisão da estação. O Maximiano e o Ary Rongel foram para a Antártica em dezembro de 2010 e atuaram pela segunda vez de forma conjunta no apoio logístico à Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF), base brasileira no continente gelado, e ao desenvolvimento de pesquisas científicas na região.

O navio Ary Rongel deixou o Porto Novo às 14h30min de sexta-feira, seguindo viagem para o Rio de Janeiro. O Almirante Maximiano desatracou na manhã de sábado, 23, e seguiu o mesmo destino.

Por Carmem Ziebell
carmen@jornalagora.com.br

Fonte: Jornal Agora, 23/04/2011. Porto Novo

domingo, 24 de abril de 2011

Sindicato dos Engenheiros do RS: Morro Santa Teresa, Meio Ambiente e Sociedade


Vinicius Galeazzi

Quando, um dia, a Orquestra Sinfônica do Teatro São Pedro tocar na concha acústica da antiga saibreira do Parque Santa Teresa, no morro de mesmo nome, no coração de Porto Alegre, para uma multidão de três mil pessoas, boquiaberta pela vista deslumbrante da cidade e do estuário, poder-se-á dizer: O SENGE foi fundamental.

Quando das ruínas do antigo ICM (instituto central de menores), horrivel cadeia para menores, no Parque Santa Teresa, nascer o Museu dos Brinquedos, com 3.000 peças de todo o mundo, poderão dizer: O SENGE ajudou a chegar até aqui.

Quando as bromélias da mata nativa e os córregos do Parque Santa Teresa puderem ser conhecidos, ouvindo os pássaros, através das passarelas suspensas, com seus bancos para descanso e observação, com suas placas ilustrativas patrocinadas pelo SENGE, dirão: por que não fizeram isso antes?

Quando o SENGE apareceu com a análise da avaliação oficial do Governo Yeda, pelo PL 388, visando a entrega do nosso Morro para a iniciativa privada, deu apoio técnico fundamental para a resistência das pessoas e entidades que tentavam impedir a venda apressada. E impediram, ou melhor, impedimos. Isso todos reconhecem.

Depois, o SENGE liderou o início do Movimento pela criação do Parque no Morro Santa Teresa que firmou uma Carta de Intenções, hoje assinada por 47 entidades, incluindo a AJURIS, cujas três propostas (regularização fundiária e urbanística das vilas, descentralização da FASE e criação de um parque da área remanescente) entraram no Plano de Governo de Tarso Genro e, hoje, já está sendo o argumento de um GT que agrega as três secretarias envolvidas e audiência pública na AL, na semana passada.

Por estar participando dessa campanha desde o início, posso testemunhar como o nosso SENGE é respeitado e conhecido pela população de modo geral , mas especialmente pelas lideranças de outras entidades e pelos órgãos do governo. A marca SENGE nos folders e banners reforça a seriedade dos propósitos da campanha. A cada audiência, entrevista ou reunião com o Governo, fazem questão que o SENGE esteja presente e se manifeste.

O SENGE presente na sociedade. Quantas outras frentes no Rio Grande estão esperando um apoio técnico como este que, parece, está sendo exitoso.

É preciso que a gestão Azambuja-Vera Carrion dê continuidade à importante participação do SENGE na sociedade gaúcha, além dos compromissos específicos do sindicato que propõem.

Vinicius Galeazzi

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Setor Moveleiro do RS: Porto de Imbituba concorre com Porto de Rio Grande

Moveleiros avaliam Imbituba

Porto de Imbituba/TECOM (Foto: Leonardo Ramos/Divulgação/CP)

Rio Grande deverá enfrentar a concorrência de Imbituba no escoamento dos móveis gaúchos destinados ao exterior. O Comitê de Logística do Sindicato da Indústria do Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), responsável por melhorar as condições de logística das empresas associadas, visitou o Tecom Imbituba, para conhecer as obras realizadas para ampliação do terminal, adquirido pela empresa Santos Brasil. Representantes da Carraro, Politorno, Arma-fácil, Ditália, Bertolini e Todeschini acompanharam a visita, cujo objetivo foi conhecer as novas instalações do cais do porto catarinense.

Alternativa

O Porto de Rio Grande tem sido a única opção das empresas no Estado e o terminal catarinense é encarado como boa alternativa quando estiver ampliado, devido à localização e às facilidades de acesso.

Fonte: Correio do Povo, 19/04/2011.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Presidente da Federação Nacional dos Portuários quer gestão técnica nas Autoridades Portuárias

Por Vera Gasparetto,
de Florianópolis SC.

Já são mais de 100 dias à frente da Secretaria de Portos (SEP), mas assim mesmo atores do mundo portuário nacional não se arriscam a avaliar os primeiros dias de Leônidas Cristino à frente da secretaria. É o caso do presidente da Federação Nacional dos Portuários, Eduardo Guterra, para quem é cedo para críticas ou elogios sobre a atuação do ministro.

Mas se é cedo para avaliações, não é para defender posições estratégicas nos portos públicos. Guterra reafirma que os portuários do País querem que seja mantido um viés técnico e profissional nas diretorias das Autoridades Portuárias dos portos brasileiros. “É preciso ter critérios e não achar que vai mudar hoje a direção das docas. Essa é uma decisão política que não é só do ministro, mas também da presidenta Dilma e da Casa Civil”.

Ele lembra que, no processo eleitoral presidencial de 2010, os portuários encaminharam para a então candidata Dilma Rousseff a reivindicação de que se eleita colocasse uma quota técnica dela, pessoal, e que não se entrasse na discussão da divisão de cargos por quota partidária.

“Posicionamo-nos contra a SEP entrar nesse critério [político partidário], mas não fomos atendidos”, referindo-se a definição do nome do atual ministro que passou pela discussão partidária do PSB, sem levar em conta um nome técnico da área. “Isso foi uma surpresa para nós. Defendemos que os portos sejam geridos por pessoas preparadas, com métodos modernos de administração, uma gestão profissional, com capacitação, que os trabalhadores sejam prestigiados, com renovação de quadros”.

Sobre o setor portuário nacional, Guterra entende que a “privatização velada” do setor é um problema sério que precisa ser resolvido. Ele cita alguns casos de terminais privativos, como o de Navegantes e Itapoá (em Santa Catarina) e da Embraport, no Porto de Santos (São Paulo).

“Não concordamos que esses três terminais tenham tratamento diferenciado em relação aos terminais que passaram por um processo de licitação. Essa concorrência é de interesse dos empresários e dos trabalhadores portuários, porque afeta a receita das empresas públicas e porque muitos desses terminais deixam o portuário do sistema. Porto tem que respeitar a lei, ter Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Ogmo (Órgão Gestor de Mão de Obra) e gestão pública”.

Fonte: PotoGente, 20-04-2011. Sindical

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Condições das hidrovias do RS quanto ao calado (dragagem) em 15/04/2011, de acordo com a Marinha/DHN


HG 139(T)/93 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Existência de assoreamento Carta nº 2105
Canal da Feitoria
Assoreamento ao longo  do canal, no trecho compreendido  entre os faroletes  nºs  68  e 71 e as bóias  cegas nºs 80 e 83. Face ao estreitamento do canal, o  navegante,  durante  a  travessia,  deve manter-se entre o eixo  longitudinal do  canal e a uma  distância mínima de 15 metros da margem  do  canal  balizado  pelos sinais pares. Relembra-se que o balizamento  dista das margens do  canal 35 metros, para  fora. O navegante  neste trecho deve evitar cruzamentos e  ultrapassagens de embarcações.
Este Aviso substitui o Aviso Preliminar nº P 83(P)/93.

HG 90(T)/94 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Canal do  Gravataí - Proximidades da ilha do Humaitá - Existência de navio soçobrado Carta nº 2113
Posição - 29º 58'.45 S  51º 12'.15 W
Existência de navio soçobrado na posição, sinalizado por uma bóia de perigo isolado.
Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7384/94.

HG 65(T)/95 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Rio Guaíba - Proximidades  de Porto Alegre e ilha do Chico Inglês - Existência de navio soçobrado Cartas nºs 2113 - 2109 - 2111 - 2140
Posição - 30º 01'.00 S 51º 13'.30 W
Existência de navio soçobrado na posição, sinalizado por uma bóia cega de “perigo isolado”.
Este Aviso cancela  o Aviso-rádio  nº P 7203 e o Aviso  Temporário nº  S 33(T)/95.

HG 164(P)/96 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Proximidades da ponta do Melo - Canal do Cristal - Existência de assoreamento Cartas  nºs 2109 - 2111 - 2140
Posição -  30º 04'.30 S   51º 14'.72 W
Existência de assoreamento no canal do Cristal nas proximidades do Fte. Cristal nº 129.
Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7675/96.

HG 176(T)/97 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Existência de trechos assoreados Cartas nºs 2103 - 2105 - 2106 - 2107 - 2108 - 2109 - 2111 - 2112
Balizamento deficiente devido à existência de trechos assoreados, com previsão de restabelecimento após dragagem, comprometendo a segurança da navegação nos canais: São Gonçalo, da Feitoria, do Nascimento,  do Junco, de Belém, do Leitão e das Pedras Brancas. Recomenda-se aos navegantes só demandarem os referidos canais durante o dia, com boa visibilidade e com perfeito conhecimento
do local.
Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7791 e o Aviso Temporário nº P 127(T)/97.

HG 75(P)/98 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Canais: Coroa do Meio, do Junco, de Belém, do Leitão e das Pedras Brancas - Existência de profundidades menores Cartas nºs 2103 - 2108 - 2109 Existência de profundidades menores 4,5 metros no canal Coroa do Meio entre os faroletes Coroa do Meio nº 56 e Gambeta nº 55, 4,5 metros nos canais, do Junco e de Belém entre a bóia de luz nº 114 e a bóia cega Belém nº 109, 4,3 metros no canal do Leitão nas proximidades da bóia de luz nº 132 e 4,3 metros no canal das Pedras Brancas entre os faroletes Piava nº 127 e Veleiros do Sul em Vila Assunção.
Este Aviso cancela o Aviso-rádio nº P 7131/98.

HG 31(P)/00 BRASIL - LAGOA DOS PATOS
Proximidades da ponta do Laranjal - Canal da Barra - Alterações na batimetria, no limite do  canal e no canal dragado Cartas nºs 2104 - 2103 Posições: a) 31º 48'.20 S   52º 10'.55 W b) 31º 48'.22 S   52º 10'.55 W c) 31º 47'.77 S   52º 11'.77 W d) 31º 47'.80 S   52º 11'.78 W e) 31º 47'.73 S   52º 11'.91 W  f) 31º 47'.75 S   52º 11'.92 W g) 31º 47'.63 S   52º 12'.21 W  h) 31º 47'.67 S   52º 12'.22 W   i) 31º 47'.51 S   52º 12'.53 W   j) 31º 47'.53 S   52º 12'.54 W  k) 31º 47'.44 S   52º 12'.69 W   l) 31º 47'.46 S   52º 12'.70 W m) 31º 47'.39 S   52º 12'.91 W
Os navegantes deverão ter atenção ao novo limite do canal da Barra: Por “BE” entre as posições a), c), e), g), i), k) e m) e por “BB” entre as posições b), d), f), h), j) e l). Será inserido no novo canal da Barra a anotação “Dragado a 4,3 m (1999)”.
Será cancelado o limite do antigo canal da Barra e a anotação “Dragado a 2.4m (1983)”.

Fonte: DHN/Avisos aos Navegantes, Folheto 07/2011

Hidrovias do RS: Situação da Sinalização Náutica em 17/04/2011, conforme Avisos-Rádio da Marinha/DHN


HG 7558/11
RIO GUAIBA - ENTRE A PONTA DO MEIO E A PONTA DA SERRARIA CARTAS 2109
LANCAMENTO DE EMISSARIO DE ESGOTO ENTRE AS POSICOES: 30-04.80S 051-14.97W E 30-09.80S 051-14.00W
PERIODO: 07/ABR A 07/JUN RECOMENDA-SE CAUTELA. CANCELAR ESTE AVISO 080359 UTC JUN 11.

HG 9047/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DE SETIA CARTA 2102 

BOIA DE LUZ NR 38 - NRORD 4332 - 31-50.58S 052-10.33W – FORA DE POSICAO. 

HG 8897/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL COROA DO MEIO CARTA 2103
FAROLETE GAMBETA NR 55 – NRORD G 0629 – 31-43.90S 052-08.12W APAGADO.-
FAROLETE COROA DO MEIO NR 56 – NRORD G 0628.8 - 31-44.34S 052-09.23W - APAGADO.

HG 8896/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO NASCIMENTO CARTA 2103
FAROLETE COROA DOS PATOS NR 60 – NRORD G 0629.1 - 31-43.00S 052-04.34W - APAGADO.

HG 8895/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO SETIA CARTA 2102
FAROLETE SETIA NR 28 – NRORD G 0628 - 31-53.13S 052-09.06W - APAGADO.

HG 8894/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL SAO JOSE DO NORTE CARTA 2102
FAROLETE BALEIAS NR 25 – NRORD 0627.8 - 31-55.12S 052-07.09W - APAGADO.

HG 8892/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CAMPISTA CARTA 2107
BOIA DE LUZ NR 95 – NRORD 4540 - 30-21.23S 051-03.52W - APAGADA.

HG 8891/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CAMPISTA CARTA 2107
BOIA DE LUZ NR 93 – NRORD 4532 - 30-22.23S 051-03.53W - APAGADA.

HG 8890/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO LEITAO CARTA 2109
BOIA DE LUZ NR 132 – NRORD 4600 - 30-08.47S 051-17.36W - APAGADA.

HG 8889/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CRISTAL CARTA 2109
BOIA DE LUZ NR 144 – NRORD 4637 - 30-03.13S 051-14.98W - APAGADA.

HG 7925/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2103
BOIA CEGA NR 62 – NRORD RS-230
31-43.27S 052-00.97W – DESAPARECIDA.

HG 7897/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO JUNCO CARTA 2108
FAROLETE JUNCO NR 103 – NRORD 4562 - 30-19.85S 051-05.43W - DESTRUIDO.

HG 7896/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO LEITAO CARTA 2109
FAROLETE NR 119 – NRORD 4592 - 30-10.17S 051-16.82W - DESTRUIDO.

HG 7895/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CRISTAL CARTA 2109
BOIA DE LUZ NR 135 – NRORD 4636 - 30-03.13S 051-14.88W - DESAPARECIDA.

HG 7738/10
LAGOA DOS PATOS - PROXIMIDADES DA ILHA DO BARBA NEGRA CARTA 2140  

BOIA NR 26 – NRORD RS-30 – 30-32.00S 051-08.53W– APAGADO

HG 7737/10 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DA SETIA – CARTA 2102 – BOIA NR 26 – 
NRORD RS-30 – 31-53.70S 052-08.77W – DESAPARECIDA. CANCELAR LOCAL HG 7271/10

HG 7736/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CAMPISTA CARTA 2107
BOIA DE LUZ NR 91 – NRORD 4530
30-23.03S 051-03.55W – LUZ NAO CONFIAVEL.

HG 7735/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2105
BOIA DE LUZ C. S. CISNE – NRORD 4436
31-41.32S 051-54.03W– DESAPARECIDA.

HG 7734/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2105
BOIA CEGA NR 77 – NRORD RS-255
31-42.32S 051-57.30W – FORA DE POSICAO.

HG 7733/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2105
BOIA CEGA NR 75 – NRORD RS-250
31-42.38S 051-57.52W – DESAPARECIDA.

HG 7732/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2105
BOIA CEGA NR 70 – NRORD RS-240
31-42.62S 051-58.40W – DESAPARECIDA.

HG 7731/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2105
BOIA CEGA NR 65 – NRORD RS-235
31-43.43S 052-00.45W – FORA DE POSICAO.

HG 7730/10
LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA CARTA 2103
BOIA CEGA NR 63 – NRORD RS-228
31-43.35S 052-01.00W – DESAPARECIDA.



HG 8564/09 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DA FEITORIA – SITUACAO ATUAL DO BALIZAMENTO - CARTA 2103, 2105 E 2140:
BOIA DE LUZ C.S. RIO NEGRO - NRORD 4504 - 30-48.77S 051-08.75W - APAGADO
BOIA DE LUZ SAO SIMAO – NRORD 4496 – 30-53.28S 051-08.42W – DESAPARECIDA.
FAROLETE DONA MARIA - NRORD 4476 - 31-12.70S 051-14.67W - APAGADO
FAROLETE DESERTORES - NRORD 4488 - 30-57.45S 051-15.13W - APAGADO
FAROLETE FEITORIA NR 67 - NRORD 4400 - 31-43.47S 052-00.18W – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS
FAROLETE FEITORIA NR 83 – NRORD 4430 – 31-41.67S 051-55.76W – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS
FAROLETE FEITORIA NR 79 – NRORD 4424 – 31-41.97S 051-56.54W – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS.
CANCELAR LOCAL HG 8283/09.


HG 8563/09 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CRISTAL – CARTA 2109 
FAROLETE CRISTAL NR 129 – NRORD 4628 - 30-04.30S 051-14.72W - APAGADO.

HG 8106/09 - LAGOA DOS PATOS - CANAL DE LEITAO - CARTA 2109
FAROLETE NR 120 - NRORD 4584 - 30-12.77S 051-15.35W - SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ. CANCELAR LOCAL HG 7747/08.

HG 8105/09 – LAGOA DOS PATOS – CANAL DAS PEDRAS BRANCAS – CARTA 2109 
FAROLETE 140 – NRORO 4620 – 30-05.79S 051-16.19W – DESTRUÍDO - SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS. CANCELAR LOCAL  HG 8024/09.

HG 8023/09 – LAGOA DOS PATOS – CANAL DO CRISTAL – CARTA 2109 
FAROLETE CRISTAL NR 133 – NRORD 4632 – 30-03.48S 051-14.83W – APAGADO.

HG 7946/09 – LAGOA DOS PATOS – CANAL DE BELEM – CARTA 2108 
FAROLETE NR 111 – NRORD 4580 – 30-14.25 051-13.22W – DESTRUIDO – SUBSTITUIDO POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS.

HG 7570/09 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO CRISTAL - CARTA 2109
BOIA DE LUZ NR 135 – NRORD 4636 - 30-03.13S 051-14.88W - APAGADA.

HG 7569/09 – LAGOA DOS PATOS – CANAL DO CRISTAL – CARTA 2109 
FAROLETE CRISTAL NR 142 – NOROD 4629 – 30-04.38S 051-14.82W – APAGADO.

HG 7566/09 – LAGOA DOS PATOS - PONTA DO BUJURU – CARTA 2140 
FAROLETE BUJURU – NRORD 4464 - 31-28.25S 051-24.80W – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS E APAGADA. CANCELAR LOCAL HG 7155/09.

HG 7042/09 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DA COROA DO MEIO - CARTA 2104 
FAROLETE LARANJAL NR 50 – NRORD 4364 - 31-46.42S 052-10.72W - DESTRUIDO. SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS. CANCELAR LOCAL HG 8451/08.                                                                                                          

HG 8434/09 – LAGOA DOS PATOS - PROXIMO DA PONTA CRISTOVAO PEREIRA - CARTA 2140 
BOIA DE LUZ CRISTOVAO PEREIRA - NRORD 4484 - 31-02.19S 051-09.75W – DESAPARECIDA.

HG 7982/08 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO JUNCO – CARTA 2108 
FAROLETE JUNCO NR 110 – NRORD 4568 - 30-19.14S 051-07.10W – DESTRUIDO - SUBSTITUIDO PROVISORIAMENTE POR BOIA DE LUZ – ESTABELECIDA NA POSICAO: 30-19.14S 051-07.10W - CARACTERISTICA: LP.V – PERIODO: 5 SEGUNDOS - FASE DETALHADA: V 0.5 – ECL.4.5 - ALCANCE 9 MILHAS.

HG 7191/08 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO LEITAO – CARTA 2109 – REFERENTE AVISO LOCAL HG 7184/08
BOIA DE LUZ NR 134 – AVARIADA.

HG 7184/08 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO LEITAO – CARTA 2109 
FAROLETE NR 134 – NRORD 4608 - 30-06.87S 051-17.67W – DESTRUIDO. SUBSTITUIDO PROVISORIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS.

HG 8319/07 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DE SETIA – CARTA 2102 
FAROLETE SETIA NR 32 – NRORD 4321 - 31-52.14S 052-09.58W – DESTRUIDO. SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA CEGA. CANCELAR LOCAL HG 8180/06.  

HG 7815/07 - LAGOA DOS PATOS - CANAL DE SAO JOSE DO NORTE - CARTA 2102 
FAROLETE DIAMANTE NR 22 - G 0627.6 - 31-57.25S 052-04.73W - DESTRUIDO - SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ. CANCELAR LOCAL HG 7807/07.

HG 8752/06 – LAGOA DOS PATOS - PROXIMO A RIO GRANDE E SAO JOSE DO NORTE - CARTA 2101 
EXISTENCIA DE BOIAS CEGAS E DE LUZ DEMARCANDO O NOVO CANAL MIGUEL DA CUNHA – NAS SEGUINTES POSICOES:
BOIA CEGA NR 1 – 32-01.52S 052-04.52W.
BOIA CEGA NR 2 – 32-01.50S 052-04.56W.
BOIA DE LUZ NR 3 – 32-01.31S 052-04.32W – CARACTERISTICA: LP. E 5S.
BOIA DE LUZ NR 4 – 32-01.29S 052-04.36W – CARACTERISTICA: LP. V 5S.
BOIA CEGA NR 5 – 32-01.10S 052-04.12W.
BOIA CEGA NR 6 – 32-01.08S 052-04.15W.
BOIA DE LUZ NR 7 – 32-00.91S 052-03.90W – CARACTERISTICA: LP. E 5S.
BOIA DE LUZ NR 8 – 32-00.89S 052-03.93W – CARACTERISTICA: LP. V 5S.

HG 8698/06 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO JUNCO – CARTA 2107
FAROLETE JUNCO NR 99 – NRORD 4556 – 30-20.63S 051-03.80W – DESTRUIDO – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ DE BORESTE COM AS MESMAS CARACTERISTICAS.

HG 8156/06 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DA COROA DO MEIO – CARTA 2103
PROXIMIDADES DA BOIA CEGA NR 46 – NRORD RS-0200 – MENOR PROFUNDIDADE ENCONTRADA DE 3.2 METROS NA POSICAO: 31-47.76S 052-10.64W. RECOMENDA-SE CAUTELA.

HG 8105/06 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DA SETIA – CARTA 2102 – FAROLETE SETIA NR 37 – NRORD 4328 - 31-52.11S 052-09.57W – DESTRUIDO. SUBSTITUIDO PROVISORIAMENTE POR BOIA DE LUZ COM AS MESMAS CARACTERISTICAS.

HG 7680/06 - LAGOA DOS PATOS - CANAIS: SETIA - SAO JOSE DO NORTE E DA FEITORIA - CARTAS 2102 E 2105
EXISTÊNCIA DE CALOES:
CANAL SAO JOSE DO NORTE E CANAL DA SETIA - CALOES INVADINDO O CANAL ENTRE O FAROLETE BALEIAS NR 25 - NRORD 4316 - E BOIA DE LUZ SETIA SUL NR 29 - NRORD 4320.
CANAL DA SETIA - CALOES INVADINDO O CANAL ENTRE A BOIA DE LUZ SETIA SUL NR 29 - NRORD 4320 - E BOIA CEGA NR 39 - RS 55 - REPRESENTANDO PERIGO A NAVEGACAO; ENTRE A BOIA DE LUZ NR 33 - NRORD 4322 - E BOIA CEGA NR 35 - RS 45; ENTRE A BOIA DE LUZ NR 38 - NRORD 4332 - E BOIA CEGA NR 40 - RS 75. CANAL DA FEITORIA: CALOES INVADINDO O CANAL NAS PROXIMIDADES DA BOIA CEGA NR 65 RS 235; E ENTRE O FAROLETE NR 68 - NRORD 4412 - E O FAROLETE NR 71 - NRORD 4408. RECOMENDA-SE CAUTELA.

HG 8345/05 – LAGOA DOS PATOS - CANAL DO JUNCO – CARTA 2107
FAROLETE JUNCO NR 97 – NRORD 4548 - 30-20.85S 051-03.66W – SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ. CANCELAR LOCAL HG 8288/05.

HG 7296/05 - LAGOA DOS PATOS - CANAIS: SAO JOSE DO NORTE DA SETIA E DA FEITORIA - CARTAS 2102 E 2105
EXISTÊNCIA DE CALOES:
CANAL SAO JOSE DO NORTE - CALOES INVADINDO O CANAL ENTRE FAROLETE DIAMANTE NR 22, FAROLETE BALEIAS NR 25 E AS BOIAS CEGAS NRS 24 E 27.
CANAL DA SETIA - CALOES INVADINDO O CANAL ENTRE AS BOIAS CEGAS NRS 33 E 36; E BOIA DE LUZ NR 29 NRORD 4320 E CANAL DA FEITORIA - CALOES INVADINDO O CANAL ENTRE A BALIZA NR 75 E BOIA DE LUZ NR 74. RECOMENDA-SE CAUTELA. CANCELAR LOCAL HG 7367/02.

HG 7576/04 - LAGOA DOS PATOS - CANAL DE BELEM - CARTA 2108 
FAROLETE NR 116 - NRORD 4576 - 30-15.48S 051-11.67W - SUBSTITUIDO TEMPORARIAMENTE POR BOIA DE LUZ. CANCELAR LOCAL HG 7056/04.

HG 8168/01 - LAGOA DOS PATOS - PROXIMIDADES DE SAO LOURENCO DO SUL – CARTA 2140
FAROLETES ESTABELECIDOS EM NOVAS POSICOES E BOIAS CEGA ESTABELECIDAS PROVISORIAMENTE:
FAROLETE SAO LOURENCO - G 0630.4 - 31-23.40S 051-57.45W - NOVA POSICAO: 31-23.36S 051-57.45W;
FAROLETE SAO LOURENCO (CURVA) - G 0630.2 - 31-22.81S 051-57.96W - NOVA POSICAO: 31-22.84S 051-57.98W;
BOIA CEGA NR 1 - 31-23.30S 051-57.43W;
BOIA CEGA NR 3 - 31-23.06S 051-57.73W;
BOIA CEGA NR 4 - 31-23.10S 051-57.74W; E
BOIA CEGA NR 6 - 31-22.85S 051-57.99W.
RECOMENDA-SE CAUTELA.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Buoy Tender 49403 removes channel obstruction


Woods Hole Coast Guard ANT Team responded quickly to the report by the habormaster that a lost sinker was a hazard to navigation and needed removal. Here they are tender Nun '2' at Wychmere Harbor right after they removed the obstruction.


49-foot Buoy Utility Stern Loading Boat (BUSL)
Built by: Coast Guard Yard, Baltimore, MD

Length Overall: 49 feet 2 1/4 inches

Beam: 16 feet 10 inches

Draft (full load): 5 feet 6 inches

Engines: 2 Cummins 6CTA8.3M1 305 HP each

Top RPM and Speed: 10.5 KTS at 2300 RPM

Cruise Speed: 7 KTS

Maximum Range: 400 NM at 10 KTS

Hoisting Capacity (SWL): 4,500 Pounds

Deck Load: 16,000 Pounds

Accomodations: Crew - 4 ( Spare – 3)

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Perigo à navegação: Novas estacas brotam no Guaíba!


Atenção aos navegantes!


Três novas estacas do Pisa são cravadas em frente à Praia de Ipanema, sendo um par delas mais ao norte e uma isolada mais ao sul.


Estão brotando como capim e exigem atenção na navegação. Durante o dia estão bem visíveis por causa da altura (aprox. 3,0 m acima da linha dágua com a régua de nível marcando 0,60).

Durante a noite a coisa muda... Cuidado!!!


As coordenadas são as seguintes:
S 30 08' 57" e W 051 14' 46" (estacas mais ao norte)
S 30 09' 03" e W 051 14' 41" (estaca isolada mais ao sul)


As fotos são de hoje à tarde (17/04).

Por Marcelo Lopes

Fonte: Escola de Vela Oceanohttp://escoladevelaoceano.blogspot.com/.

NOTAS DO EDITOR

A - No caso de obras para implantação de cabos e/ou dutos subaquáticos, devem observadas as normas da autoridade marítima - NORMAN's 11 e 17.  No que se refere à sinalização temporária desse tipo de obra, deve ser utilizado o SINAL ESPECIAL (item 0313, Normam-17).

Sinal especial, cego ou luminoso, é aquele que cuja finalidade é a de assinalar uma área ou configuração especial, mencionada em documentos náuticos apropriados, como, por exemplo:

- sinais dos Sistemas de Aquisição de Dados Oceânicos (ODAS);
- sinais de separação de tráfego, onde o uso de sinalização náutica convencional de canal possa causar confusão;
- sinais para áreas de dragagem e despejo;
- sinais de delimitação de áreas para exercícios militares;
- sinais indicadores de cabo ou tubulação submarina;
- sinais para delimitação de áreas de recreação; e
- sinais para delimitação de extremidade de construções sobre águas.


Os sinais especiais, cegos ou luminosos, têm as seguintes características:

1 – marca de tope em forma de “X”, opcional;
2 – estrutura na cor amarela;
3 –formato opcional, porém, não conflitante com os outros sinais náuticos existentes onde for instalado; e
4 – luz amarela, se houver, com um dos seguintes ritmos: grupo de ocultação; lampejo simples, exceto lampejo longo a cada 10(dez) segundos; grupo de lampejo com 4 (quatro), 5 (cinco) ou excepcionalmente 6 (seis) lampejos; grupo de lampejo composto; ou código Morse, com exceção das letras “A” e “U”.

B - Essa obra consta dos avisos-rádio, conforme pode ser visto abaixo, mas é necessário sinalizar por trechos, pois a área é muito ampla

HG 7558/11
RIO GUAIBA - ENTRE A PONTA DO MELO E A PONTA DA SERRARIA
CARTAS 2109
LANCAMENTO DE EMISSARIO DE ESGOTO ENTRE AS POSICOES: 30-04.80S 051-14.97W E
30-09.80S 051-14.00W
PERIODO: 07/ABR A 07/JUN
RECOMENDA-SE CAUTELA.
CANCELAR ESTE AVISO 080359 UTC JUN 11.

Porto de Rio Grande: Petrobras promove visitação ao Polo Naval durante a Festa do Mar

Durante a Festa do Mar, a Petrobras levará os visitantes do evento às instalações do Polo Naval do Rio Grande. A visita orientada integra a programação do estande da companhia, localizado na Expodesenvolvimento, entre o armazém 1 e 2 do Porto Velho. Conforme a empresa, a iniciativa tem como objetivo disponibilizar ao público a oportunidade de conhecer umas das maiores estruturas destinada à construção naval do País.

Polo Naval/Porto de Rio Grande (Foto: Arquivo Jornal Agora)

A visita tem início no estande da Petrobras, onde foi montada uma sala para atender ao público. No local serão apresentados os procedimentos de segurança e o vídeo do Polo Naval, abordando sua estrutura, a construção da Plataforma P-55 e dos oito cascos do Pré-Sal. Posteriormente, os visitantes receberão os Equipamentos de Proteção Individual (EPI´s) e serão transportados da Festa do Mar até o Polo Naval, onde um guia apresentará toda a infraestrutura da instalação.

Na oportunidade será realizada uma foto do grupo que, posteriormente, será enviada aos visitantes como recordação. Após a visita o grupo será conduzido novamente à Festa do Mar. Os interessados em conhecer o Polo Naval do Rio Grande devem se inscrever no estande da Petrobras. De segunda a sexta-feira, serão oferecidas visitas às 17h e às 19h. Já aos sábados, domingos e feriado, o atendimento será realizado às 14h e às 17h. As vagas são limitadas.


Programa de visitas

Além das visitas realizadas durante a Festa do Mar, o Programa de Visitas Petrobras leva visitantes ao Polo Naval do Rio Grande durante todo ano, nas terças-feiras, pela manhã. Para participar é necessário ter um grupo de no mínimo 10 pessoas e máximo de 15 e realizar agendamento prévio pelo telefone 53-3036.2033.

Fonte: Jornal Agora, Rio Grande. Jornal Agora

domingo, 17 de abril de 2011

Carta de Laguna - Federação Nacional dos Portuários (FNP)


I Encontro dos Trabalhadores nas Administrações Portuárias dos Portos Públicos e Delegados

CARTA DE LAGUNA

Os trabalhadores(as) nas empresas portuárias reunidos na Cidade de Laguna, nos dias 12 e 13 de abril, buscando consolidar os princípios éticos e fundamentais para a construção de uma sociedade portuária sustentável e capaz de eliminar as desigualdades e os prejuízos causados aos trabalhadores(as) em razão do atual modelo de gestão dos portos, fortalecendo a idéia de desenvolvimento nacional articulado e identificando a falta de políticas adequadas para os portos concedidos, delegados, conveniados, estadualizados e municipalizados em todo o País. Vem apresentar aos trabalhadores(as) dos portos e ao povo brasileiro a Carta de Laguna.

A finalidade precípua desta carta é a promoção de uma política nacional portuária, onde a gestão se realize de forma compartilhada, incluindo o respeito às leis e a democracia. É o resultado de dois dias de debates sobre a realidade vivida pelos trabalhadore(as) dos portos concedidos a Estados e Municípios, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados.

Dessa forma, os trabalhadores(as) portuários decidem ao fim do encontro com a unanimidade de todos os presentes e dos seus sindicatos, eleger como pontos de defesa permanente as seguintes bandeiras que nortearão a luta de todos que sonham com portos que atendam ao país e aos anseios dos trabalhadores(as) e de toda a população brasileira.

1. A gestão portuária deve ser tratada como atividade pública profissional, garantindo os interesses nacionais e o fortalecimento da soberania, nos casos das delegações e concessões, os critérios devem ser determinados previamente pelo Governo Federal, tendo este, o controle total da atividade portuária, inclusive fortalecendo a guarda portuária, devendo nesta perspectiva ser criado o Ministério dos Portos, responsável por todos os portos e hidrovias do país.

2. O Governo Federal deve priorizar a ação pública estatal, impedindo qualquer processo de terceirização das atividades fins das empresas portuárias públicas, nas empresas delegadas devem ser revistos todos os contratos de delegação. E que a Secretaria de Portos, com assistência da Controladoria Geral da União (CGU), avalie o cumprimento dos convênios de delegações em vigor, com vistas a retomada pela União dos portos cujo convênio vem sendo descumprido.

3. As Autoridades Portuárias dos portos delegados devem estar vinculadas ao governo federal, tendo seus orçamentos analisados pela SEP, dentro de uma visão estratégica dos portos em geral.

4. A representação sindical dos portos deve assegurar a todos os trabalhadores(as) portuários(as) os mesmos direitos e as mesmas garantias, lutando pela unidade sindical nacional e pelo fortalecimento de todos que trabalham nos portos com a implementação de um plano único de carreira, cargos, empregos e salários.

5. Os portos devem ser vistos como impulsionadores locais, devendo ter investimentos que influenciem toda a sua interlândia, sendo inadmissível pensar em portos que adotem políticas que desprezem o meio sócio ambiental e cultural.

6. Apoiamos a implementação de uma gestão profissional por resultados que fortaleça a atividade portuária, sem diminuir a importância dos trabalhadores na elaboração e implementação de suas diretrizes. Fortalecendo a qualificação e requalificação profissional.

7. A gestão portuária deve ser por resultados, como determinado pela portaria 214-2008 da SEP, tendo sua implementação negociada com os trabalhadores.

8. Os cargos de Coordenadores, Gerentes, Assessores, Chefe da Guarda Portuária e Cargos Similares (comissionados), devem ser preenchidos pelo pessoal do quadro de carreiras das administrações portuárias.

9. Todos os portos devem ser contemplados pela Negociação Coletiva Nacional, com representantes do Governo Federal que deverá constituir uma mesa permanente de negociação atendendo as reivindicações e propostas de todos os trabalhadores(as) nos portos, representados pela Federação Nacional dos Portuários e sindicatos filiados.

10. Ratificação da Convenção 151 da OIT que trata da adoção dos procedimentos para a negociação coletiva no serviço público.

11. Realização imediata de concursos públicos para o ingresso dos trabalhadores(as) nos portos organizados, evitando-se a contratação indevida de empresas terceirizadas.

ENTIDADES 

Federação Nacional dos Portuários - FNP, entidade patrocinadora do evento
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes – CNTT/CUT

1. Sindicato dos Portuários de Manaus.
2. Sindicato dos Portuários do Maranhão.
3. Sindicato dos Portuários da Paraíba.
4. Sindicato dos Portuários de Recife.
5. Sindicato Unificado dos Portuários de Salvador.
6. Sindicato Unificado da Orla Portuária de Vitória.
7. Sindicato dos Portuários de Rio de Janeiro.
8. Sindicato dos Portuários de São Francisco do Sul.
9. Sindicato dos Portuários de Itajaí/Laguna.
10. Sindicato dos Portuários de Imbituba.
11. Sindicato dos Portuários de Rio Grande.
12. Sindicato dos Portuários de Paranaguá.
13. Sindicato dos Portuários de Belém.

Laguna (SC), 13 de abril de 2011.

Fonte: PortoGente, Dia-a-Dia Blog.

sábado, 16 de abril de 2011

Retirada ilegal de areia é descoberta no Rio Jacui


Uma equipe do Grupo de Polícia Ambiental (GPA/BM), de São Jerônimo, flagrou, ontem, uma draga retirando areia do rio Jacuí de forma ilegal. A dragagem estava sendo realizada a trinta metros da margem, enquanto a legislação determina a distância de 50 metros do leito do curso d''água para a atividade.

A embarcação apreendida estava carregada com aproximadamente 12 metros cúbicos de areia, extraída de maneira irregular, tendo sido tudo apreendido. O responsável pela draga vai responder por crime ambiental, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção e multa.

Responsável pela dragagem vai responder processo por crime ambiental<br /><b>Crédito: </b> BRIGADA MILITAR / CP
Responsável pela dragagem vai responder processo por crime ambiental
(Foto: Brigada Militar/CP)

O comandante do GPA, soldado Vladimir Bittencourt, explicou que são feitas fiscalizações constantes para controle das atividades de mineração. Mesmo assim, afirma Bittencourt, é difícil flagrar as dragas trabalhando na distância inferior à autorizada.

De acordo com a Brigada Militar, quando a presença da Polícia ambiental é percebida no rio, os equipamentos costumam ser movidos dos lugares impróprios. "Dessa vez, conseguimos dar o flagrante e impedir a continuidade da extração irregular", enfatizou o comandante do GPA.

Fonte: Correio do Povo, 16-04-2011. CP/Editorias/Geral

Travessia Hidroviária Porto Alegre-Guaíba: Canal de Acesso, Dragagem e Sinalização


Travessia hidroviária Porto Alegre-Guaíba: Aspectos técnicos de dragagem e sinalização do Canal de Acesso. Leia mais sobre o assunto no link http://tinyurl.com/5ra6qgo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tarso Genro conhece projeto de revitalização do Cais Mauá


O governador Tarso Genro recebeu, na tarde desta quinta-feira (14), representantes do Grupo Bertin, consórcio que irá realizar as obras de revitalização e construção de novos equipamentos do Porto Cais Mauá. "É um projeto muito bom, muito interessante, e o próximo passo é tratar da desafetação da área da União, e isso só pode ser determinado por um decreto da Presidenta da República, que já tem em suas mãos uma proposta que enviei 15 dias atrás", ressaltou Tarso, sobre a principal dificuldade enfrentada para o início das obras.

"É possível que ainda este ano comecem as obras de revitalização" ressaltou o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Vários aspectos do projeto ainda estão sendo estudados, porém os representantes do consórcio já apresentaram um plano de empreendimentos que inclui restaurantes, centros de lazer, área mista de hotel, escritórios, centro de convenções, tornando este um projeto muito importante para o Estado e fundamentalmente para a capital de Porto Alegre.

Investimentos

No empreendimento, deverão ser investidos cerca de R$ 450 milhões, num modelo de concessão de 25 anos, com um aluguel mensal ao Estado de R$ 2,5 milhões. A expectativa é de que seja gerado 8 mil empregos (3 mil diretos e 5 mil indiretos). O Consórcio Porto Cais Mauá pagará ao Estado R$ 2,5 milhões/ano pelo arrendamento e se responsabilizará pela manutenção das obras sociais e de eventos como Feira do Livro, Museu de Arte Contemporânea e a Bienal do Mercosul, além de sustentar os investimentos na área ao longo do período do arrendamento.

Texto: Daiane Roldão
Foto: Caco Argemi/Palácio Piratini
Edição: Palácio Piratini (51) 3210.4305

Fonte: Portal do Estado do RS, http://www.estado.rs.gov.br.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Governo planeja novos corredores hidroviários no Brasil

COMISSÕES / DESENVOLVIMENTO REGIONAL
06/04/2011 - 19h06

O governo federal planeja sete corredores de transportes no Brasil, com a interligação de rodovias, ferrovias e hidrovias. O anúncio foi feito pelo secretário de Gestão de Programas do Ministério dos Transportes, Miguel Masella, em audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo.

Esses corredores são os de Solimões-Amazonas-Madeira, Tocantins, Tapajós, Paraguai, São Francisco, Paraná-Tietê e Mercosul. Todas as ligações estão sendo planejadas este ano. Masella considerou o corredor do Mercosul o mais adiantado, com maiores chances de retorno imediato.

O corredor do Mercosul, conforme os estudos do Ministério dos Transportes, deverá ligar Santa Vitória do Palmar a Estrela, no Rio Grande do Sul. Já o corredor Solimões-Amazonas-Madeira poderá interligar rodovias e cabotagem em longo curso entre Porto Velho e Macapá. O corredor de Tapajós também deverá interligar rodovias e cabotagem de longo curso entre Manaus e Macapá, enquanto o do Tocantins poderá promover ligações intermodais entre Imperatriz, MA e Belém.

A ideia é ampliar o alcance da ligação que já está sendo feita da Transnordestina entre as cidades de Eliseu Martins, PI e Estreito, MA. O corredor São Francisco deve fazer a interligação de várias rodovias e cabotagem em longo curso entre Pirapora , MG, e Juazeiro, BA. O Paraná-Tietê deve fazer a interligação dos vários modais de transportes entre Foz do Iguaçu, PR e São Simão, GO. Por fim, o corredor Paraguai poderá ligar Porto Murtinho, MS a Cáceres, MT.

Fonte: Djalba Lima/Agência Senado, Senado Federal/Portal de Notícias.